Gerhard Richter
E desse amor
que me mata (e única coisa sagrada que me resta...)
tenho o
pranto doce da lágrima que teve o privilégio de ser por ela...
Como foram todos os sorrisos...
Tenho a
dádiva de um coração que se viu pleno
e a lembrança, sinônimo de esperança eterna...
25 03 2014

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