7 de junho de 2014

E desse amor...



Gerhard Richter


E desse amor que me mata (e única coisa sagrada que me resta...)
tenho o pranto doce da lágrima que teve o privilégio de ser por ela...

Como foram todos os sorrisos...

Tenho a dádiva de um coração que se viu pleno
e a lembrança, sinônimo de esperança eterna...


25 03 2014



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