e triste vi que meus piores pesadelos ocorrem em manhãs claras...
Ainda restava esperança em minha alma e sorrisos em meu peito.
Porém me encontrava ansioso, tenso, pelo temor do que
receberia.
E recebi algo ainda pior do que os assombros de minha imaginação.
Não dou-lhe o nome de indiferença ou raiva.
Nem chamo de esquecer passado ou não saber o
presente.
Não dou nome a meus temores...
Sei que rasgou-me a carne e roubou-me a alma.
E não tinha, eu, sequer meios de gritar...
Chorar...
Esmurrar paredes...
Morrer...
Fui atrás e respostas e encontrei desculpas e
piadas.
E me neguei, por dentro, a aceitá-las e sorrir do que matava.
Não pude (posso...) acreditar que vi e falei com a mesma
pessoa.
A de antes era sonho. Essa, desse temor, é minha loucura me cravando pregos...
A de antes era sonho. Essa, desse temor, é minha loucura me cravando pregos...
Não posso acreditar que eu ainda seja tão tolo...
08 01 2014

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