26 de junho de 2014

Lógica



Você nunca soube (saberá...) o que é ter febre...
Esse comunicar-se irresponsável com a quina (canto de sereia...) da parede em que moro, adentro...
Esse entender-se, desprender-se..
Murmúrio do resto de mim que não mostro...

Excesso, do resto de mim, que transborda.

Não tenho espelho.
Não tenho voz.

Carrego os pecados (como se fossem...) para ter perdão...
Sei dos meus erros (sei...)


Só não sei de mim, então...


01 05 2014




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