20 de junho de 2014

Seguindo




E, novamente, nunca mais o abraço insensato dos dias ocultos
Nunca mais me perderei em olhos de infinitos que me deram horizontes
Nunca mais ondas de ouro para abraçar e em meus pulsos prender
Nunca mais pele, pelos, cheiro, jeito...
Nunca mais carne oculta, visões sagradas, macias, quentes, união...
Nunca mais o sorriso que abre-me o mundo...

Para sempre de volta ao vazio de mim...


18 04 2014



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