27 de julho de 2014

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Gesine Marwedel



E, nesses dias de chuva e frio, sei mais de mim do que me cabe saber de qualquer coisa:
Sei-me ausência e desamparo; silêncio e solidão.

Carrego a beleza das frases bonitas para que não me perca do que me resta:
Um resto de humanidade e algumas incertezas grávidas de frutos...

Mas ainda guardo a beleza e o gosto estranho de algumas frases antigas:

Porque no teu corpo viro névoa e desapareço quanto te sinto e me desvio por todos teus poros e me transformo no que sou por natureza...

Teu.

(quem dera escolhêssemos os dias de nossas vidas...)



 

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